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Marketing de Rede na Internet e a Batalha dos Meios: a relevância do conteúdo em suas mãos

A frase de Maquiavel nunca esteve tão fora de moda: os fins justificam os meios. A internet esta criando uma nova forma de ser “esperto” (ou maquiavélico na linguagem dos políticos). O que conta agora não é mais o fim, mas sim os meios. O meio é que justifica o fim (ler o conteúdo até o fim…rs). Tem uma montanha de gente na internet querendo informar (o fim de todos é se tornar um canal de comunicação), mas o fato de todos quererem (e conseguirem) alcançar esse fim não determina o mais hábil e o mais ágil. O que conta mesmo é o meio pelo qual ele faz isso (e posteriormente a diferença de resultado)

Ele pode fazer isso por uma mídia impressa (jornal), televisiva (televisão), auditiva (rádio) ou digital (internet) ou móbile (celular). Esses são os meios mais comuns. Mas, ainda aqui estamos falando de questões técnicas (meios técnicos como diria Milton Santos), mas os meios a que me refiro são as formas de se fazer isso. É a velha discussão entre forma e conteúdo. Posso servir água mineral em pinico ou em uma jarra de cristal.

A forma pode sim alterar em muito o conteúdo (tomar no pinico pode alterar o gosto da água). E é essa questão que os jornais tradicionais não compreendem. A questão da relevância (o que é ou não importante para o usuário) é um dos elementos que congrega forma e conteúdo. Todo mundo quer conteúdo (o fim de navegar na internet), mas em termos de forma há uma diversidade gigantesca. Eu posso comunicar o golaço do Ronaldinho com uma charge, com um vídeo, com um texto, com uma poesia, com um xingo, com um texto técnico, com um breve suspiro etc.

O conteúdo é o mesmo, mas a forma diferente muito e em muitas variantes. Isso porque nem estou contanto que pode ser uma charge, mas tem chargistas que desenham diferente, interpretam diferente e tem formas humorísticas diferentes. E todos eles podem estar na rede ao mesmo tempo. Quem define qual a melhor forma? O público! O internauta! Ninguém vai perguntar que doutorado ele fez, mas vai se ater ao que ele fez. A questão da compreensão de nicho de mercado aqui é fundamental. O internauta é que define a relevância e não mais um editor sentando em uma cadeira confortável rodeado de puxa-sacos…rs

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