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Empreendedorismo e Administração: da falência a um negócio bem sucedido através dos relacionamentos

Um negócio próprio é como um casamento! É fácil para começar, mas difícil de manter e mais difícil ainda de dar lucro. Se você quer ter um casamento (como um negócio) lucrativo (no caso do casamento próspero) tem que investir não somente dinheiro, mas tem que investir tempo, dedicação e principalmente cuidado (percepção), pois como já dizia o velho ditado “o olho do dono que engorda o porco”. E ai temos o caso do Juscelino Pereira do salão Piselli.
Um empreendedor nato! Seu primeiro empreendimento foi aos 16 anos! Faliu, mas não se entregou! Foi trabalhar de empregado para aprender como se toca um negócio de verdade! Também acho que dificilmente alguém acerta em um negócio de primeira vez assim sem ter passado pela experiência de estar em uma outra organização ou corporação. Em termos de experiência administrativa isso é imprescindível! Mas, não para a questão da gestão de pessoas.

Veja o que diz a matéria: “trabalhava distribuindo sorrisos sem saber que cultivava a futura clientela do seu restaurante. Andava sempre com uma agenda no bolso, em que anotava telefone e preferências de cada cliente” (pg 42). Veja que importante! Antes mesmo de assinar qualquer nota fiscal ou receber um cliente à mesa esse garçom (futuro dono de restaurante) já trabalha com motivação e super atento a cada detalhe do gosto de seus clientes. Que na realidade (naquele momento) eram clientes do restaurante em que ele trabalha, mas na visão daquele garçom eram seus clientes (e futuros clientes). Isso é superimportante em cada trabalho que executamos! Temos que ter em mente aquela frase “manter sempre as portas abertas”. Se você trabalha direito você ganha clientela é como o Edmour Saiani disse!

Mas, veja bem! Saber tratar e trabalhar com pessoas é fundamental ao início do negócio! Posso até dizer a manutenção dele quando este já esta estruturado, mas saber sobre administração é fundamental para a própria estruturação do negócio: “Para tocar o negócio, Pereira precisou aprender a administrar “o atendimento personalizado sempre foi meu foco, saber o que cada cliente gosta de comer e como gosta. Apanhei muito para entender um fluxo de caixa, implantar orçamento, pensar impostos e leis trabalhistas”. Tudo isso conta e conta muito! Não adiantava ele ficar distribuindo sorrisos e sendo atencioso e amável com as pessoas (praticando gestão de pessoas) sem conseguir consolidar uma estrutura administrativa. Na mesma reportagem tem outro caso que evidencia isso:

“Especializado em grelhados italianos, o Zest ficava no Jardins, em SP, tinha 70 lugares e funcionava almoço e jantar. “Gastei 250 mil, contratei 25 funcionários, comprei os melhores ingredientes. Mas, não tinha fluxo de caixa, usei todo o dinheiro achando que no primeiro mês já teria lucro”. O cara quebrou a cara: “em 2007 o Zest fechou com dívidas de 60 mil reais.

Então veja que saber como funciona a parte administrativa do seu negócio é muito importante. Não estou falando de saber administrar, estou falando de saber administrar o seu negócio. É como Juscelino Pereira falou: “é importante saber como cada prato colabora para a formação do lucro”. Cara você ouviu isso: “cada prato”. Veja a que nível de especialização o cara chegou em relação ao seu próprio negócio. E mais “esperava um retorno do investimento em 18 meses”. E que interessante é que ele conseguiu o dinheiro do investimento com seus clientes do antigo restaurante que viram a sua dedicação, entusiasmo e liderança e viram que o lucro era certo se investissem em um restaurante com um empreendedor com esse tipo de perfil!
Dedique-se no que você faz! Isso também dá lucro…rs. E veja os dizeres que tem no site do restaurante:
Observar o Juscelino e seus colegas coordenarem o balé das vaidades é uma aula de psicologia aplicada, quem sabe muito mais útil do que qualquer palestra teórica sobre o tema “relacionamento humano”.Começando pelo sorriso aberto com que ele recebe seus clientes logo na porta do restaurante, a forma como ele aperta a mão e a sensação que ele passa, do que aquele cliente é a razão de ser da casa, tudo é feito de forma azeitada, mesmo com as mesas lotadas e aquele cliente não sendo o mais importante, nem o que vai ser atendido primeiro. Veja o site: http://www.piselli.com.br/
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