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Gestão de pessoas e liderança de desempenho: o que o dinheiro não pode comprar???

Geralmente esta é uma questão que se faz: o que o dinheiro não pode comprar? Neste mundo quase tudo, mas quase não é tudo. Quando vemos a competitividade entre pessoas em uma corporação imaginamos que tudo aquilo é por dinheiro, isso em parte é verdade. A outra parte é que muitos brigam por reconhecimento. Poucos são aqueles que aceitaram receber sem ter os “louros da vitória”. É uma coisa do homem: ele quer ser reconhecido…

Uns querem reconhecimento para seu próprio ego, outros querem se fazer reconhecer para mostrar um caminho melhor para condução das coisas, outros querem um mundo (ou ambiente melhor) melhor outros ainda querem que as coisas sejam simplesmente feitas de maneira correta. Há varias motivações atrás das ações cotidianas, mas posso assegurar que a mais frágil de todas é a motivação advinda do dinheiro. Essa é passageira e frágil porque é algo que quando se conquista perde o valor diferente da motivação pessoal. Olha o que Jim Collins diz:

Os lideres excepcionais nunca são movidos por remuneração. Eles querem construir algo grande. Você não perguntaria a Beethoven se ele escreveu uma bela sinfonia em troca de dinheiro nem a F. Scott Fitzgerald se ele escreveu o Grande Gatsby pensando no quanto poderia ganhar. Um líder cria uma grande empresa, escreve um grande livro ou compõe uma sinfonia porque ele é movido para fazer isso. A idéia de que podemos motivar pessoas por meio de remuneração é verdade para medíocres, não para os grandes – eles são movidos por uma força interna. Eles são estranhamento compulsivos, neuróticos, paranóicos, intensos. As empresas tem de ter uma remuneração que mantenha essas pessoas – o que é bem diferente de incentivos. (Revista Exame, Gestão para novos tempos)

O interessante é que ele tem razão, mas ainda hoje as pessoas são atraídas pelas organizações por salários e benefícios e não pela visão que a empresa tem (ou pela missão e valores). Isso ainda é confuso para a maioria das pessoas. É diferente em relação a política! Você entra em partido político adotado a visão de mundo daquele partido e não quantas cadeiras ele quer no parlamento (claro que muitos partidos depois que se consolidam e se tornam tradicionais é isso que conta). Veja o caso dos comunistas na Europa, na América Latina e na Ásia. Ninguém estava pensando em cadeiras ou nas mordomias do poder público. Eles estavam pensando em uma nova sociedade…
E porque ainda não conseguimos trazer isso para as corporações?? Porque, é como ele mesmo diz, o principal fator de contratação (e de atração) ainda é o salário e os “canudos” que o camarada tem. Dificilmente uma empresa faz uma entrevista com base na compreensão que o candidato tem da missão e visão da corporação que visa contratá-lo. Geralmente a missão e os valores são passados depois que o camarada é contratado! Por isso as empresas ponto.com tem um crescimento muito mais rápido do que as corporações tradicionais porque nelas (principalmente no inicio) o camarada não entra sem ter a clara a visão da empresa. Pegue um Google da vida e seja o como é intenso (e como vai por varias cadeias) o processo de contratação!

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