Eu comecei a acompanhar mais de perto esta criação de Deus chamada homem quando fora ordenado que três anjos fossem à terra para acompanhar o nascimento de um homem. Não, não era a nova ida de Jesus Cristo a terra! Essa criança não provocaria tamanha mudança na visão humana (mudança de visão e de natureza, diga-se de passagem), mas ela era especial. Deus estava muito preocupado com a “Crise dos Mercados” que estava espalhando mais medo do que o usual na terra. Ele estava condoído com o estado de pânico que havia tomado conta das pessoas que não o conheciam quando se fala em “crise global”. Os que estavam no reino dele (convertidos) sempre se safavam de uma maneira ou outra, pois como disse Davi “já fui moço e hoje sou velho e nunca vi um justo mendigar o pão”. Mas, e as outras pessoas? O medo e a crise são os principais gatilhos da violência e do egoísmo e isso não era bom para sociedade humana. Deus sabia disso!

De plena consciência deste sentimento de pavor e ansiedade que estava tomando conta das sociedades globais Deus ordenou que três anjos fossem acompanhar o nascimento, o crescimento e o desenvolvimento de um menino a quem ele deu o nome de Davi. Não era nada pessoal, mas Deus gostava desse nome! Esse menino iria nascer e seria acompanhado por três anjos que tinham a incumbência de abrir seus caminhos a fim de que ele se tornasse um “empreendedor”. O Senhor amava muito essa palavra! Ele sabia que um empreendedor era uma pessoa que mudava a maneira como as coisas eram feitas usualmente dando as pessoas mais opções, preços melhores e agregando vantagens a vida destas pessoas. Isso permitia que estas pessoas se ficassem menos agitadas, menos estressas e tivessem mais tempo com suas famílias, filhos e cônjuges.
O empreendedor era algum que mudava processos para atender novas demandas. De tempos em tempos aparecia alguém assim e proporcionava um salto de qualidade na vida das pessoas em geral. E isso era bom! Muitas pessoas que não conheciam a sua bondade e a sua Graça viviam tão agitadas e estressadas porque não conseguiam tempo para parar e pensar na vida. Viviam muito ocupadas tentando dar fluidez as suas vidas (e aos seus processos produtivos) por conta de tarefas que não lhe facilitavam a vida.
Eu acompanho o cotidiano dos homens e sei o que a melhoria de alguns pequenos processos podem geram na vida de algumas pessoas. Desde um microondas, passando por uma maquina de lavar até um curso de inglês mais prático e pesquisas mais rápidas na internet são elementos realmente revolucionários. O problema é que muitas vezes esse tempo ganho é usado para entretenimento, distrações e coisas fúteis. Mas, no geral as pessoas aproveitam bem esse ganho de tempo e qualidade. Mas, o fato é que Deus queria das as pessoas a oportunidade de pararem para pensar em suas vidas com mais calma e poderem perceber sua Graça dada através de Cristo Jesus. E dentro desta estratégia a figura do empreendedor era fundamental daí a idéia de mandar alguns anjos para realmente dar luz a um empreendedor diferente. Um empreendedor que contemplasse os processos de maneira mais completa e abrangente! Que visse não somente a idéia inovadora, mas também o processo inovador e um processo de circulação revolucionário. Tudo isso era possível, pois já havia muitas tecnologias disponíveis para o homem!
Deus gostava de ler sobre como os homens encaravam a atividade do empreendedorismo no mundo. Ele sabia que o capitalismo é um sistema que produz desigualdades crescentes, mas também sabia que a difusão e o barateamento de novas técnicas de produção também produziam um salto de qualidade de vida para as pessoas. Um pobre do ano 2000 tinha muito mais tecnologia, qualidade de vida e saúde do que um rico em 1900. Apenas cem anos (para nós que vivemos na eternidade isso é nada) elevaram em muito a qualidade de vida das pessoas. Isso era um ganho fabuloso em termos de sociedade. Mas, a cada ato revolucionário e cheio de percepção das necessidades do próximo dado por um revolucionário era seguido por um sentimento de monopólio, ganância e egoísmo que levavam essa mesma iniciativa libertária a se tornar um elemento de opressão e tirania. Deus acompanhou o nascimento da Microsoft e de seu Windows com alegria, mas também se entristeceu com o processo de monopolização e criação de cartéis por aquele jovem garoto que conseguiu facilitar a vida de tantas pessoas ao integrar computadores de diferentes marcas através do software.
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