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Parte II – Empreendedorismo Digital e a Revolução do Conhecimento: perdendo o princípio de expansão perde-se a rede

O grande desafio de qualquer portal (ou qualquer empresa, ou qualquer pessoa) é manter seus princípios. Opa, espera ai eu não estou falando de questões morais ou religiosas, mas estou falando de postura frente ao mundo. Os princípios são altamente influenciados por princípios morais ou religiosos, mas eles são mais do que isso. Eles são sua postura frente ao mundo e isso é uma coisa que pode variar bastante. O mundo é o mundo. Ele não aceita (ou não se dá bem) com pessoas que se mantém firmes frente a correnteza. O mundo empurra as pessoas para serem como todo mundo é. E, em muitos casos eles não faz isso diretamente, e esse foi o caso dos garotos do Yahoo.

Se inicialmente eles tiveram o principio de “pensar no próximo” para criar uma rede de busca que viesse a incluir os ignorantes no mundo da internet eles logo foram colocados em uma posição de pensar de outra forma. Quando os bancos de investimento (investidores) chegam para “alavancar” um negócio eles não estão muito interessados no principio das coisas, mas estão interessados nos resultados que os princípios dão. Eles também tem um principio de pensar no próximo só que quando questionados a respeito de “quem é meu próximo” eles tem uma resposta muito objetiva e acertada: o meu próximo é meu acionista. E ai a coisa muda…
Então de repente você tem esses dois jovens altruístas digitais colocados em uma seguinte posição: o portal tem que dar lucro. Como vamos fazer isso? O investidor responde: você é que sabe eu só quero meu investimento de volta. Kakakkaka. Mas, a coisa é séria. Eles foram pressionados de tal forma a tornar o buscador lucrativo que se perderam totalmente em seus princípios. Eles não mais pensavam no próximo de uma maneira generalizada, mas passaram a pensar no próximo de uma maneira bem especifica: meu próximo é meu acionista. Passaram a pensar sobre pressão de dar lucro. Se tornaram como adolescentes na hora de decidir sobre qual curso universitário seguir: faço filosofia (gosto muito sou apaixonado por isso, posso passar horas lendo) ou faço direito (não gosto nada disso, mas a profissão tem prestigio e vou agradar meu pai (o maior acionista de um adolescente). Veja o vídeo

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